"Eram dias parados aqueles. Por mais que se movimentasse em gestos cotidianos - acordar, comer, caminhar, dormir -, dentro dele algo permanecia imóvel. Como se seu corpo fosse apenas a moldura do desenho de um rosto apoiado sobre uma das mãos […] Mas nesses dias, ele estava tão presente como nunca, tão pleno e perto, que estava dentro…"
C. F. Abreu